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Falta de investimento e dependência da matriz rodoviária na economia são obstáculos

O Brasil é um dos maiores países do mundo em tamanho. Nosso país é 5° maior com área de 8.514.876 de quilômetros quadrados e nossa população está perto dos 200 milhões de habitantes, conforme dados divulgados em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas por que, então, somos apenas o 103° no quesito qualidade da infraestrutura rodoviária, já que nosso potencial territorial deveria se refletir em boa vantagem competitiva em relação a outros países?

De acordo com esse ranking, organizado pelo Fórum Econômico Mundial, que reúne 137 países analisados, na pesquisa, o Brasil recebeu nota 3,1, em uma escala que varia entre 1 (estrutura extremamente subdesenvolvida) e 7 (estrutura extensa e eficiente), enquanto o Chile lidera na América do Sul, com nota 5,2 (24ª posição no ranking geral).

Não precisa uma pesquisa mostrar que nosso país é carente de uma melhor infraestrutura. O descaso com a falta de investimentos em opções como ferrovias, hidrovias e cabotagem é visível e contribui ainda mais para a falência do setor de transporte de cargas. Muitos desses contribuiriam para aquecer a economia, para redução de custos para as indústrias e ajudariam a natureza, já que alguns desses transportes poluem menos.


Matriz de transporte de cargas do Brasil, em 2016 — Fonte: ILOS

Mas como não será de uma hora para outra que tudo irá mudar, não se pode ignorar que a produção nacional ainda depende — e muito — da malha rodoviária. Cerca de 60% da produção nacional depende dessa opção de logística.

Sobre as rodovias, o país ainda está longe de poder ser comparado com grandes potências econômicas. Enquanto o Brasil possui quase 25 km de rodovias pavimentadas por 1.000 km² de área territorial, os Estados Unidos possuem 438 km e a China, 360 km.

Para agravar a situação, o Brasil sofre com a má qualidade dessa malha rodoviária asfaltada. Segundo um estudo, revelado no início de novembro pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), 28,2% das rodovias nacionais são ruins ou péssimas e 33,6% são apenas regulares, considerando-se questões como pavimento, sinalização e geometria das vias.

BRUTUS Sustainable Transport chega como opção sustentável para o mercado

A BRUTUS Sustainable Transport é uma startup curitibana, que foi acelerada pela escola de negócios do ISAE. Com início das atividades em 2007, o intuito foi reformular os processos da antiga transportadora de cargas, prestando serviços de transporte rodoviário de cargas (FTL) em âmbito nacional. Hoje, a empresa faz a gestão de operações em transporte rodoviário de cargas lotação (FTL — Full Truckload) via plataforma web e aplicativo próprio.

A proposta é oferecer, ao industrial, redução de custos logísticos, otimização de cargas, agilidade, segurança e altos níveis de serviço em transporte de cargas. E ao caminhoneiro agregado ao aplicativo, fretes competitivos, conhecimento e treinamento, sustentabilidade ao ambiente de transporte e ao ecossistema de transporte de cargas.

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Com informações: WeForum, CNT, ILOS.

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