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Infraestrutura precária dificulta processo sustentável

Que a malha rodoviária brasileira carece de investimentos, quem é caminhoneiro e industrial sabe bem. São estradas em situações precárias, falta de sinalização, de fiscalização e de segurança. Porém, não é só isso que acaba inflacionando os custos do processo de logística rodoviária no Brasil. Nosso blog te mostra os dados e a conclusão que não é só isso que encarece todos os valores da logística.

Divulgado no início de novembro, a Pesquisa CNT de Rodovias, realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), mostrou uma piora na qualidade da malha rodoviária brasileira. Segundo os dados, 61,8% do estado geral apresentavam problemas, contra 58,2% de avaliação negativa no ano passado.

Veja alguns dados da pesquisa:

  • Sinalização: teve a maior queda de qualidade, passando de 51,7% de classificação regular, ruim ou péssima para 59,2%, em 2017;
  • Em 7,7% da extensão avaliada, a pintura da faixa central era inexistente;
  • Em 13,7% dos trechos, a pintura das faixas laterais também não havia sido feita;
  • Falta de acostamento em 44,7% dos trechos;
  • Há ocorrência de curvas perigosas sem placas e defensas em 49,6% da extensão;
  • 78,4% da superfície possui problemas como a deterioração do pavimento.

Esses fatos contrariam diretamente o CTB (Código de Trânsito Brasileiro), que proíbe a abertura de rodovias ao tráfego antes de ser colocada a sinalização.

Falta de investimentos é desafio para sustentabilidade

Apesar dos sinais positivos da economia que sugerem um aumento de investimentos, essa realidade é preocupante. A CNT considera que investir em infraestrutura de transporte é essencial para solidificação de diversas melhorias para todos os brasileiros. “A expansão dos investimentos em infraestrutura é o caminho mais rápido e seguro para alcançarmos um novo ciclo de desenvolvimento sustentável, com geração de empregos e distribuição de renda”, afirmou o presidente da CNT, Clésio Andrade.

A ligação entre a qualidade das estradas e a sustentabilidade do processo logístico é bem forte. Isso porque a precariedade das estradas aumenta os custos operacionais do setor e compromete a segurança viária, dessa forma, o tempo de viagem é maior o que gera perda de eficiência logística.

Com tantos problemas, o número de acidentes e multas aumenta refletindo na elevação do preço do frete, consequentemente, subindo também o valor dos produtos. Outra questão é o combustível que também acaba gerando mais gastos e mais emissão de poluentes.

De acordo com o estudo, em 2017 houve um acréscimo médio de 27% nos custos de transporte no Brasil. Esse aumento é devido às más condições das rodovias. Piora ainda mais se levar em consideração a pavimentação avaliada como péssima, chegando a aumento de 90% dos custos.

Gestão desestruturada é gargalo

O estudo da CNT aponta que a Gestão também precisa se modernizar para fortalecer os processos e reduzir custos. Por parte do governo, é necessário direcionar melhor os recursos disponíveis, com mais planejamento, definição de prioridades, gerenciamento e fiscalização das obras.

BRUTUS Sustainable Transport chega como opção sustentável para o mercado

A BRUTUS Sustainable Transport é uma startup curitibana, que foi acelerada pela escola de negócios do ISAE. Com início das atividades em 2007, o intuito foi reformular os processos da antiga transportadora de cargas, prestando serviços de transporte rodoviário de cargas (FTL) em âmbito nacional. Hoje, a empresa faz a gestão de operações em transporte rodoviário de cargas lotação (FTL — Full Truckload) via plataforma web e aplicativo próprio.

A proposta é oferecer, ao industrial, redução de custos logísticos, otimização de cargas, agilidade, segurança e altos níveis de serviço em transporte de cargas. E ao caminhoneiro agregado ao aplicativo, fretes competitivos, conhecimento e treinamento, sustentabilidade ao ambiente de transporte e ao ecossistema de transporte de cargas.

Você caminhoneiro, clique aqui para preencher o nosso formulário e receber em breve e em primeira mão novidades sobre essa nova forma de trabalhar de forma justa.

Com informações: CNT.

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