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Quais são, hoje, os maiores desafios para se reduzir gastos?

Não é segredo para ninguém que o setor de transporte rodoviário está em crise. Falta modernização, melhores condições e novas formas de atuação. Até então, esse setor vive desafios diários, tanto da parte dos caminhoneiros como dos industriais. O Blog da Brutus faz uma análise geral dos custos que consomem os trabalhadores do setor.

Principal modal no Brasil, o transporte rodoviário possui custos logísticos bastante elevados e que impactam muito o setor financeiro das empresas. Apesar disso, é possível reverter esse quadro.

De acordo com o Plano de Transporte e Logística da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), divulgado pelo Correio Braziliense, em 2016, os custos com a logística nesse modal alcançam 11,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Nos Estados Unidos, o resultado é de 8,7%.

E qual a consequência desses altos valores? O preço final das mercadorias acaba sendo impactado. Por isso, uma boa gestão precisa ser implantada, focando em processos mais ágeis, econômicos e transparentes.

Esses são os principais custos do setor de logística de transporte rodoviário:

Custo de coleta, entrega e transferência

São os custos diretamente relacionados com as atividades do transporte de cargas e são divididos em custos fixos e variáveis. Os fixos representam os custos que não variam conforme a distância percorrida dos veículos, ou seja, são custos que existem mesmo com o veículo parado e são geralmente calculados mensalmente. Os custos fixos são compostos por alguns dos seguintes componentes:

  • Salário do motorista;
  • Salário da oficina;
  • Licenciamento;
  • Reposição do veículo;
  • Reposição do equipamento;
  • Seguro do equipamento;
  • Remuneração do capital empatado, entre outros.

Ao contrário dos custos fixos, os custos variáveis variam de acordo com a quilometragem rodada dos veículos. Eles são compostos por alguns dos seguintes componentes:

  • Peças e demais acessórios de manutenção;
  • Combustível e lubrificantes;
  • Pneus, recauchutagens, entre outros.

Despesas indiretas

São as despesas administrativas, aquelas que estão indiretamente relacionadas à operação do veículo, variando conforme o volume de carga movimentada e não com a quilometragem rodada dos veículos. Exemplos de despesas indiretas:

  • Salários e encargos de pessoas não envolvidas diretamente com a operação do veículo (ex.: administrativo, vendas, comercial, entre outros);
  • Despesas necessárias para o funcionamento da empresa (ex.: aluguel, impostos, comunicação, entre outros).

Custos relacionados com o  valor

São aqueles referentes à gestão do risco de acidentes, avarias e o gerenciamento de riscos de roubos. Estes custos podem ser divididos em dois grupos: Custos de gestão de riscos de acidentes e avarias (frete-valor) e Custos de gerenciamento de riscos de roubos (GRIS).

O primeiro agrega os seguintes casos: Indenização por extravios, perdas, danos e riscos não cobertos pelo seguro; Administração de seguros; Prêmios de RCTRC; Segurança interna; Seguros de instalações, entre outros seguros.

Os custos com o GRIS estão relacionados com a segurança da carga (roubo de cargas), veja alguns exemplos:

  • Seguros facultativos de desvios de cargas (RCF-DC);
  • Salários (ex: horas extras; monitores de equipamentos de rastreamentos e segurança, entre outros);
  • Investimentos (ex: sistemas de rastreamentos; reposição de equipamentos, entre outros);
  • Custos operacionais de gerenciamento de risco (ex.: bilhetagem, taxas e do FISTEL, escoltas; entre outros).

Além disso, outros custos surgem na operação. São aqueles não relacionados com o volume ou o peso do material transportado. Conheça alguns deles:

  • Custo de permanência de carga (armazenagem): Ocorre quando existe a necessidade da armazenagem de cargas após o quinto dia útil de permanência desta;
  • Custo de cubagem: Ocorre quando as cargas possuem baixo peso e lotam os veículos antes de completar o limite de peso das carrocerias;
  • Custo de devolução de mercadorias: Este custo ocorre em casos onde a mercadoria acaba sendo devolvida ao destinatário;
  • Reentrega, segunda e terceira entregas: São custos adicionais para cada tentativa de entrega da mercadoria;
  • Custo de estadia do veículo: São custos gerados quando o veículo permanece parado além de seu tempo limite;
  • Custo de Administração das Secretarias da Fazenda: São custos “invisíveis” gerados pelos procedimentos adotados pelas Secretarias de Fazenda dos Estados. Desta forma, existe a Taxa de Administração das Secretarias da Fazenda (TAS) para ressarcir os transportadores.
  • Custo de Dificuldade de Entrega: São custos adicionais para entregas que apresentam dificuldades;
  • Custos de Restrição ao Trânsito: São os custos existentes em casos de restrição à circulação de veículos de transporte de carga e/ou à própria atividade de carga e descarga em determinados municípios.

BRUTUS Sustainable Transport chega como opção sustentável para o  mercado

A BRUTUS Sustainable Transport é uma startup curitibana, que foi acelerada pela escola de negócios do ISAE. Com início das atividades em 2007, o intuito foi reformular os processos da antiga transportadora de cargas, prestando serviços de transporte rodoviário de cargas (FTL) em âmbito nacional. Hoje, a empresa faz a gestão de operações em transporte rodoviário de cargas lotação (FTL — Full Truckload) via plataforma web e aplicativo próprio.

A proposta é oferecer, ao industrial, redução de custos logísticos, otimização de cargas, agilidade, segurança e altos níveis de serviço em transporte de cargas. E ao caminhoneiro agregado ao aplicativo, fretes competitivos, conhecimento e treinamento, sustentabilidade ao ambiente de transporte e ao ecossistema de transporte de cargas.

Você caminhoneiro, clique aqui para preencher o nosso formulário e receber em breve e em primeira mão novidades sobre essa nova forma de trabalhar de forma justa.

Com informações: HiveCloud

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