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Veja um guia prático para faturar mais com esse modelo de negócio

O mercado tem se comportado como uma verdadeira montanha russa, por isso, caminhoneiros estão se virando como podem para não perderem fretes. Porém, têm sido um desafio conseguir valores justos, boas condições de serviço e uma segurança entre os acordos com empresas. Nosso blog traz um guia especial mostrando as vantagens de se agregar às transportadoras e o que é necessário ter.

Qual é a melhor opção para motoristas de caminhão seguirem na profissão de maneira digna e lucrativa? Essa questão se transformou em um verdadeiro dilema para milhares de pessoas que dependem da renda desse tipo de serviço. São homens e mulheres que alimentam suas famílias com dinheiro conquistado pela vida de caminhoneiro. Uma alternativa viável é ser agregado de uma transportadora.

Caminhoneiro agregado: vantagens

O modelo de agregados é muito recomendável nesse momento de instabilidade econômica. Ele se caracteriza quando os caminhoneiros autônomos estabelecem um contrato de exclusividade ou prestação de serviços com uma ou mais empresas em especial, uma espécie de relação de fidelidade.

Como garantia, o caminhoneiro garante seus ganhos e o acesso a trabalho. Essa troca de vantagens é mútua, já que as empresas podem ampliar de modo imediato sua frota, sem terem de investir em novos veículos.

A Brutus, por exemplo, disponibiliza um app que conecta o motorista com a operação do cliente. Dessa forma, há mais garantia ao realizar as operações de transporte de carga lotação e complementos de carga, tudo de forma dinâmica e segura.

O que diz o contrato?

Para quem desejar entrar nesse modelo de negócios, agregando seu veículo a uma empresa, é preciso seguir alguns cuidados jurídicos. Por exemplo, é estabelecida a jornada específica que deve ser cumprida. Isso é importante para oferecer liberdade aos caminhoneiros para negociar para quais empresas vão trabalhar, evitando horários conflitantes, podendo até manter os negócios como autônomo enquanto lhe forem convenientes.

O sistema agregado, entretanto, requer algumas exigências que precisam ser observadas pelas transportadoras e pelos caminhoneiros para que o modelo de trabalho flua sem maiores eventualidades.

Guia rápido: o que é necessário para agregar?

Documentação em ordem

É fundamental saber a procedência tanto do motorista quanto do veículo quando se cogitar agregar um caminhão. Por isso, tenha separada toda a documentação, confira se ela está atualizada e completa. Se não estiver, corra para por em dia. Esse cuidado é importante para evitar problemas futuros na hora da fiscalização.

Conservação do veículo

Como gastos e custos vão ser do caminhoneiro, é importante que os veículos estejam aptos para diferentes tipos de serviço. Se garanta com manutenção e conservação do veículo para maiores transtornos e prejuízos durante o serviço. Uma empresa de transporte vai levar em consideração essa questão. E o mais importante: isso evita acidentes.

Gerenciador de risco

Antes de agregar um caminhão a uma frota, é bem comum que a empresa faça uma análise de alguns fatores da vida do motorista. Essa prática é necessária por causa da alta taxa de roubo de cargas que acontece no Brasil. Entre os itens que precisam ser avaliados estão:

– Restrição em órgãos de crédito, como SERASA e SPC (apesar de proibida pela Lei nº 11.442, art 13-A, essa prática é comum no mercado).

– Situação fiscal, para saber se o caminhoneiro está devendo impostos ao governo.

– Inquéritos policiais, para entender se o caminhoneiro já esteve fichado na polícia.

– Processos cíveis e criminais.

A empresa citada no texto, Brutus, é ideal para esse tipo de serviço, já que o caminhoneiro recebe as demandas dos industriais, ganha mais segurança, aperfeiçoa processos e recebe treinamentos e diversos outros benefícios. Saiba mais.

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